
Além de no dia 25 de novembro, terça-feira, eu, João Luis, estarei completando 20 (vinte) anos de idade, e banda que escutei muito há alguns anos lançará seu novo disco, Guns N’ Roses ‘Chinese Democracy’.
Bem, de acordo com a notícia que li no site do G1, a banda de Hard rock norte-americana, formada em Los Angeles, Califórnia em 1985, lançará seu mais esperado álbum, Chinese Democracy, no dia 25 de novembro de 2008, mas de acordo com o Wikipédia, o lançamento ocorrerá no dia 23. Seja em qual dia for é bom que leiamos o que a crítica disse sobre o novo disco.
Em uma seção fechada em São Paulo para jornalistas, as 14 faixas foram escutadas e avaliadas, e segundo a equipe do G1:
Primeiro as boas notícias aos fãs de Axl: a voz dele ainda mantém aquele timbre característico, agudo e levemente rouco, e muitas vezes o cantor grita como se esivesse em 1989. As guitarras também carregam os timbres, riffs e mesmo os alguns solos que caracterizaram o período em que o cabeludo de cartola Slash (hoje guitarrista da Velvet Revolver) ainda fazia parte da banda.
Mas apesar de preservar certas características que ajudaram a criar a identidade do Guns N’ Roses, “Chinese democracy” não soa como um álbum de hard rock, gênero no qual a banda se consagrou. Na verdade, o disco flerta bastante é com a “rocktrônica” dos anos 90: a segunda faixa, “Shacler’s revenge” (lançada inicialmente no videogame “Rock band 2″), poderia ter saído de uma colaborção de Axl com White Zombie ou com Prodigy, dependendo da referência do ouvinte.
Juntando os trapos
As orquestrações e programações se espalham por todo o disco, como numa versão revisitada da trilha sonora do filme “Spawn”, que juntava bandas de rock pesado com artistas de música eletrônica.
Toques orientais figuram na introdução da faixa-título e em “If the world”, enquanto as baladas “Street of dreams” e “This I love” disputam o posto de “nova ‘November rain’”. “Scrapped” pode trazer a lembrança de “Welcome to the jungle” (com um pouco de boa vontade, claro) com um clima de r’n'b dos anos 90, enquanto “Sorry” é uma balada eletrônica com vocais processados.
Mas graças a essas mesmas orquestrações épicas, programações eletrônicas parecendo datadas e vocais variando em timbre, tom e volume, “Chinese democracy” soa como uma colagem das várias fases de gravação pelas quais o álbum passou – algumas faixas contam com até cinco guitarristas diferentes.
Engenheiro de som de bandas como Rage Against the Machine e Pearl Jam, o co-produtor Caram Costanzo até se esforça, mas a tendência é que o disco descambe para a mesma esquizofrenia que marcou toda a sua história de gravação.
Quanto aos fãs, a aprovação do disco deve variar de acordo com o grau de nostalgia e paciência de cada um. Mas, para quem esperou tanto tempo, paciência não deve ser uma virtude em falta.
Espero que o disco me agrade, pois meu conceito das músicas da banda é alto e não quero que sofra mudanças ruins.
Fik a dik,