Caros leitores, criei este blog afim de melhor atendê-los, pois não estava me sentindo muito bom no blogger.
Claro que essa transição levará um pouco de tempo(ainda tenho que me acostumar com o manuseio do wordpress).
Vou iniciar minhas postagens neste blog, com as partes de um artigo acadêmico que estou a produzir, e por esse motivo a frequência das postagens diminuíram um pouco.
O tema do meu artigo como vocês sabem(por lerem o pensodireto no blogger), é Avaliação Educacional.
E através desta página de interação vocês poderam acompanhar passo a passo a construção de meu artigo.
A primeira etapa é a introdução(sem correções):
1. Introdução
Vivemos em um tempo de grandes descobertas científicas, de avanços tecnológicos gigantescos, onde o homem se preocupa demais com seu futuro e o da sociedade. Mas, infelizmente, ele se esquece de um fator primordial para todas as civilizações, e que não vem recebendo o devido valor e nem as devidas mudanças a fim de melhorias, a “EDUCAÇÃO”.
Além da educação, para os grandes detentores de poder financeiro, que comandam os países, a inclusão social, a preservação do meio ambiente, os movimentos pela paz, nada disso possui tanta importância como seus projetos bilionários que não favorecem a niguém mais, a não ser, eles próprios.
A educação, e seu modelo de avaliação, são temas que vêm sendo discutidos por vários anos e que não vemos mudanças significativas. Nos dias atuais, se algo não está correspondendo como o esperado, mudanças são realizadas para que o padrão desejado seja atingido. Por que isso não ocorre com os modelos de avaliação?
Levando em consideração a sociedade em que vivemos, mergulhada no processo de globalização, o modelo didático que toma conta das escolas de hoje, lembra o modelo dos anos 60 e 80, o tecnicista, onde o enfoque teórico se destaca deixando para trás o enfoque humanista centrado no processo interpessoal.
Sabemos que nessa época, o mundo vivia uma crise econômica forte por conta da crise do petróleo de 1973, quando o preço do barril é triplicado. A era industrial e o mercado financeiro fazem-se presentes na escola e a didática é vista como uma estratégia objetiva e racional, onde o principal referencial do ensino é a fábrica e sobre ela se constroem as práticas educativas e os diversos conceitos sobre a educação.
Fazendo um paralelo com os dias de hoje, temos a similaridade entre os modelos educacionais. Como nas décadas de 60 e 80, hoje, os interesses da sociedade estão presentes na escola, e como conseqüência, nos modelos avaliativos, pois através deles, a instituição “separa” os alunos que estão preparados para enfrentar as exigências da globalização dos que não estão.
A avaliação tem objetivos que ultrapassam o raio de ação da escola. A educação escolar, em nossa opinião, deve possibilitar aos estudantes chances para a aquisição de conteúdos cognitivos, considerados essenciais pela sociedade e preparar os alunos para uma participação solidária e produtiva dentro dela.
Uma avaliação medida, calculada e numérica, é pouco retorno sobre a qualidade de ensino, pois ao se examinarem tais resultados, é preciso considerar que diferentes alunos têm experiências, motivações e planos de vida diferentes. Embora, concordemos que há níveis que todos devem atingir, independentes de suas escolhas pessoais.
O problema central da avaliação está em seu objetivo, em sua meta a ser cumprida. Temos que saber o que priorizar, ou a intervenção para melhoria, ou a classificatória para exclusão e evasão.
A sociedade e a escola apontam o erro como um resultado que mostra a incapacidade do aluno, e tenta corrigi-lo com a punição.
Devemos mudar a visão que se tem do erro. A bandeira a ser levantada por uma prática avaliativa que pretende superar a perspectiva vigente de exclusão e classificação é justamente a de saber que o erro de hoje é a alavanca para o sucesso mais a frente, pois dele temos que retirar os pontos mais significativos para o aperfeiçoamento para que tal equívoco não se cometa mais.
A importância dessa pesquisa se dá na expectativa de possíveis transformações no campo da avaliação, visando melhorias para termos a redução da exclusão social, da reprovação, e que tenhamos verdadeiros cidadãos com princípios dignos adquiridos na escola e aprimorados na sociedade.
P.S: Agradeço a todos pela compreensão e em alguns dias as outras partes do artigo serão postadas´.





