Voltando, devagar e sempre, à rotina maravilhosa de postar no blog.
Quem nunca ouviu o ‘clássico’ castigo para quando éramos crianças e falávamos palavrões?
O castigo era o seguinte: toda vida que a criança pronunciasse um palavrão, ela seria obrigada a pagar um valor estipulado pelos pais em dinheiro. Existia um tipo de pote, ou cofrinho, onde o dinheiro era guardado.
O castigo era uma multa por cada palavrão dito. Claro que o preço era bem reduzido, pois o castigo era uma lição para que nós, pobres crianças inocentes não ficássemos com a ‘boca suja’.
Pois bem, imagine você que tal idéia foi parar em um colégio evangélico em Jaguará do Sul(uns 180 quilômetros de Florianópolis).
O professor que quiser aderir a prática pode multar o aluno em até R$0,10. A medida não é obrigatória e surgiu depois que um professor de Alemão ficou irritado com o linguajar dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental. (Só eu achei estranho um professor de Alemão no 5º ano?)
Mais de 400 alunos já foram multados e o dinheiro arrecado foi reinvestido na compra de material para a escola.
Claro que o aluno pode se recusar a pagar, mas nesse caso o ‘infrator’ pode vir a perder pontos na referida disciplina. Acho que é melhor pagar né não?!
Ai ai, tem de tudo nesse mundo meus amigos. A medida é até uma boa, mas creio que isso não vá diminuir a proliferação de palavrões, por que se o aluno tiver com o bolso cheio de moedas e muita vontade de xingar alguém, ele vai ‘descer o pau’ e se sentir tranqüilo, por que só vai precisar pagar pelos insultos.
Não acho uma boa atitude, mas o colégio é a favor, pois como evangélico que é, apóia os “princípios cristãos”. Poupem-me, por favor.






